terça-feira, 7 de junho de 2016
ruralista não nos representa
http://www.indiosonline.net/ruralista-incita-o-acirramento-da-violencia-contra-o-povo-tupinamba-de-olivenca-ilheusbahia-ameaca-a-demarcacao-do-terrirorio-indigena-na-regiao-e-em-todo-pais-o-fundamentalismo-ruralista-e-um-in/
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Marcelo Zelic: Sul da Bahia, garantia da lei e da ordem para quem?
Marcelo Zelic: Sul da Bahia, garantia da lei e da ordem para quem?
publicado em 21 de fevereiro de 2014 às 12:09
Tribo Tupinambá de Olivença, sul da Bahia. Foto: Blog do Gusmão
por Marcelo Zelic
“Não pode, porém, a República permanecer na imobilidade com que tem assistido, em muitos casos, ao massacre de índios e sua sujeição a um regime de trabalho, semelhante ao cativeiro, sob o fundamento de lhe ser indiferente saber até que ponto pode coadunar-se com a lei e as responsabilidades de governo…” 20/06/1910 – Dr. Rodolpho Miranda Exposição de motivos para a criação do SPI
Passados 104 anos da criação do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), seguimos com o mesmo imobilismo por parte do Estado brasileiro no que diz respeito ao reconhecimento dos direitos constitucionais dos índios brasileiros e à educação adequada para o entendimento de que o Brasil é multicultural e pluriétnico.
Desde 2012, os povos Pataxó, Tumbalalá e Tupinamba da Bahia esperam a assinatura da portaria declaratória de suas terras. Segundo nossa Constituição Federal de 1988, deveria ter sido assinada por autoridade competente até 1993, mas os decretos de homologação e as portarias declaratórias repousam nas gavetas da Presidência da República e do Ministério da Justiça à espera de vontade política. Outras 18 áreas de várias partes do Brasil também estão guardadas nessas gavetas.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Olivença (terra abandonada pelo poder publico)
Olivença (terra abandonada pelo poder publico)
Fico a me perguntar para onde vai o dinheiro do balneário tororomba
em Olivença, sei que ali entra muito dinheiro, assim também como os impostos
que a comunidade paga. O que vejo é uma Olivença abandonada, cheio e lixo,
cheio de buracos, sem segurança, sem investimento nenhum no setor turístico, ai
todos que aqui vem passar o verão não quer voltar mais, devido uma falta de
respeito e comprometimento com a população local.
A foto que é fato Jorge, o amado; Índio, o abandonado
A foto que é fato
Jorge, o amado; Índio, o abandonado
Jorge, o amado; Índio, o abandonado
A dura realidade das ruas
A frase do pensador Ricardo Cruz traduz-se como a legenda perfeita para esta foto registrada pela equipe do Jornal Bahia Online no final da tarde desta terça-feira (24) no Centro Histórico de Ilhéus.
De um lado, a estátua do escritor Jorge Amado, representado a riqueza literária de uma pobre região rica. Do outro, quase tão estática quanto a obra de broze, a imagem em carne e osso do "índio", uma figura que circula pelas ruas do centro, sobrevivendo da ajuda de poucos e invisível aos olhos de quem pode ajudar a mudar esta triste cena.
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